
A preocupação com o meio ambiente a partir de medidas sustentáveis tem sido cada vez mais recorrente no universo corporativo. Assim, tendo em vista a prática, o Espro – Ensino Social Profissionalizante, com polo em São Bernardo, adaptou, desde o início da pandemia, uma ação eficiente: a contratação remota de jovem aprendiz por meio de assinatura eletrônica.
O novo processo, de acordo com a instituição, tem trazido impactos positivos em relação à saúde e preservação ambiental. Isso porque a prática adotada resultou, apenas no período de 16 de junho a 17 de agosto, na preservação de 206 mil litros de água, cinco árvores e também evitou a emissão de 810 kg de gás carbônico (CO2) na atmosfera.
Os dados, calculados de forma simultânea pela D4Sign, empresa prestadora de serviço especializada em plataforma de assinatura eletrônica, em linhas gerais são resultado da economia de papel, tintas de impressora e deslocamentos de pessoas feitos normalmente durante processo de admissão convencional. A medida adotada rendeu para o Espro o Selo de Empresa Sustentável.
Redução de custos
A ação, além de contribuir com o meio ambiente também gera redução de custos, já que a economia de papel é muito significativa no modelo remoto de contratação com a assinatura eletrônica de jovens aprendizes. Para se ter uma ideia, nos últimos quatro meses o Espro deixou de imprimir e utilizar aproximadamente 38,6 mil folhas de papel, apenas na consolidação de contratos de admissão.
“O Espro passa por um processo robusto de transformação digital. A assinatura eletrônica é um instrumento moderno e relevante, que já estamos utilizando em todos os nossos contratos. No caso das admissões, esse modelo é muito mais ágil, seguro e eficiente, e o mais importante, sustentável ambientalmente”, disse o superintendente executivo do Espro, Alessandro Saade.
A nova modalidade segue o que estabelece a MP 983, que reforça a validade legal de assinaturas eletrônicas para órgãos públicos e empresas privadas estabelecida na MP 2.200-2.